Ontem uma embrigada fez a seguinte pergunta: "Você acredita no amor?". Confesso que gaguejei e em cerca de 5 segundos me passaram diversas coisas na mente, respirei fundo e respondi: Acredito, até demais.
Acredito no amor em todo passo que dou e sou surpreendida pela poesia diária do cotidiano maluco que os tempos modernos nos trazem todos os dias de manhã e nunca nos deixa esquecer quando colocamos a cabeça no travesseiro.
Por muito tempo, não é que não acreditava, mas não via, hoje vejo em cada gesto pequeno e tem enxido meus olhos todas vezes quando não espero encontra-lo em lugar algum. A vida é atribulada, cheia de coisas chatas e desnecessárias, que com o passar dos anos e do tempo vamos perdendo a inocência no olhar e esquecemos de enxergar os pequenos e grandes gestos de amor, carinho, afeto, ou como você quiser chamar.
Ficar difícil em meio ao caos encontrar vontade e coragem pra olhar dentro de si e achar o que tem de melhor e externa-lo, afim de compartilhar com os outros o que há de bom em si, para que assim os outros possam, talvez, achar o que tem melhor dentro deles. Se ao menos, uma vez ao dia pudêssemos lembrar o quanto isso é importante pra uma mudança gradual.
Sei que posso parecer ingênua, mas já vi bastante coisa e continuo acreditando que esse seja o caminho da mudança: o amor. E se eu não acreditar eu faço com que outras pessoa não acreditem e a gente se encontra no pé de guerra de puro egoísmo que nos encontramos hoje.
Não quero ser hipócrita, não consigo fazer sempre isso, nem sequer sei que consigo fazer diariamente mas acho, que ao apontar o problema nos faz lembrar dele e ver que a solução está próxima e ao alcance das mãos, basta saber usar.
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